Eram os deuses astronautas? (veja vídeo abaixo)


Resolvi recomendar esse vídeo (veja logo abaixo) em meu blog não somente porque é ótimo e porque foi baseado em um dos livros mais extraordinário que já li: “Eram os deuses astronautas?” de Erich von Däniken. Recomendo este vídeo, sobretudo, porque ele nos mostra, assim como o livro, que há coisas maiores do que as pequenas diferenças que, em geral, norteiam a vida de muitos de nós aqui na terra. Esse pequeno livrinho é capaz de inspirar ambições maiores em nossos corações do que aquelas que nossa mesquinhez nos apresenta.
Van Däniken disse em seu livro: “Assim que todas as autoridades, poderes e inteligências disponíveis se devotarem à pesquisa do espaço cósmico, esclarecer-se-á convincentemente, através do resultado desta pesquisa, a insensatez das guerras terrestres. Quando homens de todas as raças, povos e nações se reunirem para a tarefa supranacional de tornar tecnicamente possíveis viagens para planetas longínquos, a Terra, com todos os seus minis-problemas, se encolherá para a pequena dimensão que lhe corresponde, em comparação com os processos cósmicos.”
Que maravilhoso será este dia – se ele chegar – quando todos os homens, de todas as raças, religiões e nações, esquecendo-se das suas pequenas divergências, se reunirem em um esforço conjunto para conquistar as estrelas; quando cada um, por mais diferente que se julgue dos demais, sinta no peito o confortador alento que faz parte deste esforço comum, humano.
Nós homens somos aquilo que ambicionamos ser, se somos pequenos é porque nossas ambições são pequenas. Esse vídeo nos abre possibilidades de vislumbramos ambições maiores. Já não devíamos estar mais brigando por Maomé, por Jesus, Buda, ou seja lá que for. Mesmo porque esses caras pregavam paz, não guerra. Já não é mais o tempo de estarmos fazendo guerra por petróleo, ou seja lá que outras coisinhas como essas valorizamos tanto aqui na terra. Devíamos estar olhando para as estrelas, ambicionando toca-las com nossas próprias mãos.  Este é o tempo em que deveríamos estar virando uns para os outros nos perguntando: “como faremos?” Não o tempo em que ainda nos olhamos vendo diferenças que na verdade não importam, a não ser para as mente mesquinhas. Aprecie o vídeo.

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