A Terra é perfeita

Pena que nós não somos. Estamos acabando com a pele dela.

Escola pública

Todos os problemas do país começam e terminam aqui. Quando entendermos realmente isso, talvez consigamos resolve-los.

As crianças querem aprender

O que as crianças aprendem é ensinado por nós mesmos, se ao invés de aprender coisas boas estão aprendendo um monte de porcaria é hora de repensar a questão.

Florestas do Mundo

Alguns acham que estamos acabando com o meio ambiente. Errado! Estamos acabando com nós mesmos.

Destruiçao de Hiroshima

Nós já fizemos um monte de cagada, não? Está na hora de começarmos a pensar melhor nas coisas, antes de sair por ai fazendo mais.

Por que filosofia? (veja vídeo abaixo)


Como responder tal pergunta?


Talvez encontremos essa resposta buscando compreender como funciona nossa mente. E, para isso, a primeira coisa que precisamos entender é que a mente humana funciona ininterruptamente. Dormindo ou acordados, nossas mentes estão sempre em atividade. Estamos sempre pensando em alguma coisa. Aquela expressão “mente vazia” não se aplica a nenhum ser humano vivo, porque, neste aspecto, a única mente vazia é a mente morta. Quando estamos dormindo a mente, com maior liberdade, se concentra em impressões que, geralmente, não chegaram ao âmbito consciente. Por isso, muitas vezes, sonhamos com coisas que não entendemos. Quando acordados, quase sempre nossas mentes estão concentradas na busca do prazer. Em outras palavras, resolver nossos problemas imediatos. Gastamos muita energia mental nesta tarefa. Mas quase sempre somos dispersos pelos nossos sentidos, pelas coisas que vemos, pelas coisas que ouvimos ou as coisas que sentimos.

Este é um hábito comum entre a maioria das pessoas. Gastamos muita energia procurando resolver nossos problemas, mas de maneira dispersa, desordenada, quase sempre. Porque as impressões que nossos sentidos nos transmitem nos distraem, já que também são fontes de prazer. É mais ou menos como se nossa própria ambição nos impedisse alcançar nossos objetivos. Escrevi alguma coisa sobre o assunto em meu primeiro livro, mas percebi que muitos não concordam totalmente com isso. Não concordam que estão sempre buscando o prazer em tudo que fazem. Então perguntei a algumas dessas pessoas. “Se sua mente não está constantemente buscando o prazer, está buscando o quê?” “Eu não estou sempre buscando o prazer.” Se defenderam. “Tenho muitas preocupações e problemas para resolver na vida. Quisera eu estar sempre buscando o prazer.” “Mas resolver um problema não dá prazer, ou possibilita alcança-lo?” Perguntei. “Sim, mas...” Responderam-me.

O que nos impulsiona lutar para resolver um problema é a esperança de ter satisfação como isso ou tornar o prazer mais acessível. Compreender essa mecânica mental é muito importante para entendermos a motivação das pessoas.  Acho particularmente útil para quem ensina. Muitos professores se queixam que apesar de estarem fazendo o bem para seus alunos ao ensina-los, eles não reconhecem este bem. Muitos alunos não reconhecem o bem feito a eles pelos professores, porque este bem não lhes trás prazer. Este reconhecimento só pode vir quando o aluno alcança com a inteligência como este bem pode lhe fazer bem, ou seja, lhe permitir alcançar o prazer. As pessoas em geral não agem de uma forma ou de outra porque são boas ou más, agem segundo sua conveniência. Se não enxergam a conveniência de um bem não o reconhecem. Como o aprendizado da filosofia não é diferente. “Por que Filosofia?” Que importância tem a filosofia? O vídeo abaixo tenta explicar como a filosofia pode lhe fazer bem. Senão, lhe dando prazer, evitando-lhe sofrimento. O que pode ser em muitos casos a mesma coisa, ou melhor.

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